Canadá – Bata Shoe Museum, ROM e jantar no The Fabbrica

Voltando a Toronto comecei a semana com um tour bem turístico. Como estava hospedada na casa de canadenses no subúrbio, fui até o centro da cidade de metrô. Apesar de pequeno, as linhas cobrem as principais avenidas e pontos turísticos da cidade, consegui transitar super bem por todos os lugares que conheci.

Desci pelo metrô na estação St. George e já saí de cara com o primeiro tour, que foi o Bata Shoe Museum (entrada 15 dólares canadenses). Fundado em 1970 a partir da coleção pessoal de artefatos da Sra. Bata, influente no comércio de calçados, o museu foi inaugurado em seu endereço atual em 1995, com uma coleção de mais de 13.000 itens que contam a história da humanidade através nossos amados sapatos.

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

São 3 andares de história, que começa na época das cavernas, passando pelas civilizações antigas, as grandes guerras e termina com sapatos de personalidades famosas como Marilyn Monroe e Dalai Lama.

Bata Shoe Museum - Marilyn Monroe

Bata Shoe Museum – Marilyn Monroe

Bata Shoe Museum - Dalai Lama

Bata Shoe Museum – Dalai Lama

Bata Shoe Museum - pézinhos das gueixas

Bata Shoe Museum – pézinhos das gueixas

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Vale a pena conhecer o Bata Shoe Museum, um passeio super interessante e diferente.

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Bata Shoe Museum

Saindo dali a poucos metros fica o ROM (Royal Ontario Museum), um dos maiores museus da América do Norte e que completou 100 anos em 2014. A fachada do museu é linda e impressionante, misturando o clássico e o moderno.

ROM

ROM – o moderno

ROM

ROM – e o clássico

São mais de 6 milhões de itens espalhados em 40 galerias (entrada 27 dólares canadenses), com coleções sobre a história canadense e européia e peças de arte da Ásia, África e Oriente Médio. O ROM também abriga uma coleção notável de fósseis, pedras e minerais, na impressionante galeria da história natural. No dia que visitei o museu estava acontecendo a exposição da Cidade Proibida, não podia tirar fotos, mas foi inesquecível.

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM

ROM - história natural

ROM – história natural

ROM - história natural

ROM – história natural

ROM

ROM

ROM - tótens indígenas

ROM – tótens indígenas

Uma dica para quem conhecer este e outros pontos turísticos é comprar o City Pass (54 dólares), que tem entrada para o ROM, CN Tower, Casa Loma, Toronto Zoo e Ontario Science Centre. Se você pretende conhecer mais de duas dessas atrações o preço do City Pass já é vantajoso.

A visita no ROM pode ser longa, acabei passando quase 4 horas por lá, por isso almocei no coffee shop do próprio museu porque já passava das 14h, mas não recomendo. Além de ser muito caro, as opções são todas muito industrializadas. Como o ROM fica bem no centro e perto da Universidade de Toronto, você vai encontrar várias opções de cafés e restaurantes que serão mais interessantes.

Saindo do ROM você já sai nos jardins do Queens Park, que valem uma bela caminhada pelas praças e jardins para conhecer os prédios históricos da Universidade de Toronto.

Queens Park - Universidade de Toronto

Queens Park – Universidade de Toronto

Queens Park - Universidade de Toronto

Queens Park – Universidade de Toronto

Queens Park - Universidade de Toronto

Queens Park – Universidade de Toronto

Queens Park - Universidade de Toronto

Queens Park – Universidade de Toronto

Queens Park - ROM

Queens Park – ROM

Durante as semanas que estive em Toronto estava rolando o festival Summerlicious, que nada mais é que o nosso Restaurant Week, quando você tem a possibilidade de conhecer restaurantes mais caros e sofisticados com um preço fechado por refeição (que inclui entrada, prato principal e sobremesa). No caso do Summerlicious os preços variavam de 25 a 35 dólares canadenses.

Minha primeira escolha para o jantar foi o italiano contemporâneo The Fabbrica, moderninho e descolado, com clima super agradável comandado pelo chef Andrew Ellerby. Fiz a reserva online pelo Open Table, direto do próprio site. O cardápio de jantar custava 35 dólares e as minhas opções escolhidas foram:

IMG_4416

Beef Carpaccio: molho de mostarda, rúcula e finas fatias de rabanete e grana padano

IMG_4417

Pappardelle com molho de tomate e manjericão

IMG_4418

Tiramisu Bomborlone

 

 

Serviço:

Bata Shoe Museum – www.batashoemuseum.com

327 Bloor St. West – St. George Campus – Downtown Toronto (segunda a quarta, sextas e sábados das 10h às 17h, quintas das 10h às 20h e domingos das 12h às 17h)

ROM – www.rom.on.ca

100 Queens Park – Downtown Toronto (segunda a quinta, sábados e domingos das 10h às 17h30, sextas das 10h às 20h30)

The Fabbrica – fabbrica.mcewangroup.ca

49 Karl Fraser Road – Toronto (segunda a quinta das 11h30 às 22h, sextas e sábados das 11h30 às 23h)

One thought on “Canadá – Bata Shoe Museum, ROM e jantar no The Fabbrica

  1. Pingback: lugares e ideias | Canadá – St. Lawrence Market, Biffs Bistro e AGO (Art Gallery of Ontario)

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s